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8 March, 2019

TREINO ESPECÍFICO DA POSIÇÃO E DE POSICIONAMENTO EM CAMPO NO FUTEBOL DE ELITE: QUESTÕES DE CONTEXTO

Análise e Tecnologia Desportiva
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Os que têm acompanhado o futebol de elite ao longo da última década sabem que o jogo está mais exigente do que nunca1. Isto coloca mais enfase nos métodos de treino para que os jogadores estejam preparados para as exigências do jogo2. Se considerarmos o mantra “treine como joga”, poderá ser sensato complementar as práticas existentes com rotinas de condicionamento relacionadas com a função tática3do jogador (específica da posição) e, até mesmo, com elementos do estilo de jogo/perfil energético4do clube (posicionamento em campo). Assim, este trabalho irá explorar como é que esse estímulo pode ser incorporado em duas áreas do condicionamento no futebol: (1) treino de equipa e (2) fase final da reabilitação individual. São apresentados exemplos de dois clubes europeus.

1. Abordagens posicionais para treino de equipa: recorrendo a exemplos do FC Barcelona

O FC Barcelona utiliza um modelo de treino único, incorporando um estímulo geral e posicional4. O distinto estilo de jogo adotado reflete o treino. É colocada ênfase nos passes e no jogo combinado, ao carregar também fisicamente os jogadores5. Ao adicionar detalhes extra ao treino, o pessoal examina os desempenhos físicos do jogo de cada posição/jogador para preparar cenários de jogo5. Por exemplo, os dados GPS captados dos jogadores do FC Barcelona revelam que as exigências de jogo dos defesas centrais e dos avançados são menores do que as dos laterais e dos médios4, 5.Esta informação é combinada com contexto específico do futebol para criar práticas de condicionamento para o coletivo, mas também para posições específicas e para os indivíduos. Os modos de condicionamento utilizados no clube incluem a simulação de situações na forma de circuitos de equipa, jogos reduzidos e simulações de posicionamento em campo.

 

Situações simuladas: circuitos de equipa específicos das posições

Os circuitos foram desenvolvidos para carregar fisicamente os jogadores em relação a atividades específicas da posição, mas aderindo ao estilo de jogo das equipas e aos traços individuais do jogador. Por exemplo, jogadores que ocupam áreas do campo que são comuns às suas respetivas posições. Uma versão do circuito começa com um médio defensivo a direcionar a bola para a linha do meio campo, antes de driblar a bola e de fazer um passe longo para um lateral. O lateral, então, dribla antes de passar a bola a um médio de apoio, para que se possa sobrepor a alta intensidade, antes de se virar rapidamente para voltar a cobrir uma posição defensiva. Em seguida, os três médios viram a jogada. Os laterais adversários correm pelas linhas enquanto que um avançado avança pelo centro. O lateral recebe a bola do médio e dribla pela lateral antes de cruzar para a área. Todos os avançados correm para a área, enquanto que os defesas centrais defendem o cruzamento. Esta sequência pode terminar depois desta jogada ou pode ser prolongada com uma corrida de recuperação. A sequência pode variar para desafiar os jogadores com diferentes cenários de carga controlada, manipulando as regras/configuração das simulações, trabalho/descanso, repetições, etc. As simulações nas quais todas as posições são trabalhadas em simultâneo, com trabalho de bola específico, acrescentam variedade ao treino, enquanto também trabalham qualidades da carga física juntamente com alguns elementos táticos.No entanto, a estes circuitos faltam dinâmica e cenários imprevisíveis, nos quais as necessidades de posicionamento individuais e coletivas precisam de se adaptar e reagir em conformidade, sendo, por isso, que se utilizam, como complemento, as simulações de posicionamento em campo (ver abaixo).

 

Situações simuladas: simulações de posicionamento da equipa em campo

Outras situações simuladas utilizadas pelo FC Barcelona, que têm um estímulo posicional mais subtil, mas que se alinham com o seu estilo de jogo, são os jogos reduzidos e os jogos posicionais adaptados. Estes jogos são mais dinâmicos do que os circuitos acima descritos, uma vez que os jogadores têm áreas prioritárias nas quais o espaço é criado à medida do contexto habitual do jogador em competição, mas sem quaisquer regras que restrinjam o espaço do jogador durante a tarefa.6Alguns jogos aderem ao princípio do “posicionamento em campo”, pelo qual os jogadores trabalham coletivamente, a um ritmo elevado, para passar a pola uns aos outros em espaços fechados, atraindo os jogadores que pressionam, de modo a que possam fazer um passe longo para um jogador livre, aproveitando os espaços (por exemplo, a metodologia de Paco Seirul•lo).Apesar destas simulações não serem, certamente, específicas da posição, requerem que as funções selecionadas se posicionem de forma inteligente (por exemplo, os laterais estão espaçados e movimentam-se para cima e para baixo na linha, enquanto que os jogadores centrais se movem entre as linhas e em áreas médias altamente densas) e que a equipa trabalhe de forma dinâmica e coletiva em harmonia. Estes jogos de posicionamento em campo atribuem diferentes exigências físicas às funções selecionadas. Por exemplo, utilizar os jogadores “joker” (também conhecidos como jogadores “flutuantes”) incentiva a retenção da bola e gera superioridade numérica para a equipa com posse.6Assim, os jogadores “joker” apenas experimentam uma função ofensiva em caso de possessão. Deste modo, isto pode ser ajustado aos diferentes jogadores.As exigências físicas colocadas nos jogadores “joker” na figura abaixo são menores do que as impostas a outros jogadores em jogo (particularmente nos formatos 8v8+3 versus 4v4+3)6. Adicionalmente, os cenários de jogo em 3v2+2v1 também sobrecarregam fisicamente os jogadores nas suas funções ofensivas/defensivas, mas não são necessariamente específicas das posições, mas imitam cenários posicionais dinâmicos comuns, enquanto condicionam os jogadores. As regras, o número de jogadores, a área, o trabalho/descanso podem ser ajustados com base no objetivo do condicionamento (velocidade ou treino aeróbico de alta intensidade, etc.). Assim, o contexto do jogo é absolutamente fundamental para a prescrição do treino7. Por exemplo, fatores tais como o objetivo de condicionamento da simulação e o estilo de jogo da equipa acrescido da posição de cada jogador podem ser considerados. Estas são peças importantes do puzzle na preparação de tarefas de treino, para que os jogadores possam ter um desempenho eficaz. Ao utilizar esta abordagem, alguns condicionamentos do FC Barcelona possuem um determinado elemento posicional (por exemplo, específico da posição e/ou posicionamento em campo). No vídeo que se segue, poderá ver algumas situações simuladas na forma de jogos posicionais e uma variação de um circuito tático.

Formatos de jogo das simulações de posicionamento em campo (não específicas da posição). Os círculos pretos são a equipa A, os círculos brancos são a equipa B e o círculo com o “J” é o “joker” ou, como por vezes conhecidos, os jogadores “flutuantes”.6 As imagens de vídeo dos jogadores do FC Barcelona apresentam variações destas simulações.

2. Abordagens posicionais para a fase final da reabilitação: utilizando um exemplo da Liverpool Football Club Academy

Ao longo do processo de reabilitação, os jogadores de elite estão expostos a vários condicionamentos para lhes permitir regressar aos treinos e aos jogos8. Assim que os jogadores entram na fase final da reabilitação e têm alta médica para realizar corridas e mudanças de direção em máxima velocidade, é necessário prescrever rotinas com base nas exigências do treino. Tais rotinas não apenas preparam os jogadores para as exigências físicas do treino, mas também para os movimentos, capacidades e ações táticas únicas que são necessárias à sua própria posição9. Os jogadores continuam a desenvolver o seu treino aeróbico durante a fase final da reabilitação. Assim, as rotinas específicas das posições servem como complemento ao treino de resistência contínuo. Para além de oferecerem um estímulo ao treino, as rotinas específicas das posições, que incluem sprints, saltos, chutos e mudanças de direção, também colocam exigências extra no sistema neuromuscular, o que garante a robustez dos jogadores e a sua capacidade de suportar o treino10.

 

Rotinas de resistência em corrida específicas da posição: fase final da reabilitação individual

As rotinas que utilizam intervalos permitem que os profissionais se foquem em certas qualidades físicas para garantir que os jogadores se adaptam e regressam ao trabalho com sucesso. Um modo eficaz para esta fase da reabilitação é o treino de resistência em corrida, uma vez que melhora a resistência no futebol e as capacidades de sprint11. Para isto, é necessário que o jogador realize uma atividade de futebol intensa durante 20-30 segundos, com períodos de recuperação entre 40-180 segundos, com 8-10 repetições, dependendo do objetivo da rotina. Isto estimula os jogadores aeróbica e anaerobiamente, ao envolver também a bola. Portanto, é uma preparação ideal, antes do regresso aos treinos em equipa (rotinas complementares que enfatizam outras qualidades)12. O pessoal do fitness/condicionamento da Liverpool FC Academy utiliza uma combinação adequada da ciência, recolhida a partir de análises de jogos, com a arte de treino para criar rotinas de resistência em corrida específicas da posição. As análises dos jogos demonstram que a corrida intensa durante os jogos é mais elevada para os médios ala e mais baixa para os defesas centrais, com os laterais, médios centro e pontas de lança num valor intermédio9.Os dados de jogo contextualizados oferecem informações para esforços intencionais, estando, ou não, em possessão, e não apenas distâncias e frequências “cegas”9. Por exemplo, quando em posse, os pontas de lança realizam mais esforços no terço ofensivo, enquanto se direcionam para o meio, correndo para trás, para a área. Por outro lado, os laterais e os médios ala produziram mais esforços sobrepondo e correndo nas linhas9. Também realizam mais cruzamentos depois destas corridas devido a esforços que finalizam nas amplas áreas de ataque. Sem possessão, as posições com maior função defensiva na equipa, como os defesas centrais, os laterais e os médios centro, produzem esforços mais intensos na cobertura de espaços ou de colegas de equipa e em corridas de recuperação, enquanto que todas as posições realizam esforços frequentes para fechar a oposição9. Assim, estes padrões foram traduzidos em rotinas de condicionamento isoladas específicas da posição de jogadores durante a fase final da reabilitação. Um exemplo para um médio ala pode ser visto no vídeo e na figura abaixo. O direcionamento para o centro estava especificamente relacionado com a tática das equipas para esta posição. Os dados captados de unidades GPS usadas pelos jogadores da Liverpool FC Academy que regressavam pós-lesões revelaram que os médios ala e os laterais cobriram uma corrida mais intensa nestas simulações, o que é consistente com as tendências do jogo13.Para além disto, os defesas centrais e os avançados cobriram a menor distância geral, mas realizaram acelerações e desacelerações mais intensas12. Este formato pode ser útil para sessões de “reforço”, quando os jogadores não tiverem tempo de jogo ou quando se pretender trabalhar, de forma adicional, múltiplas posições em conjunto para adicionar cenários e estímulos mais dinâmicos.

 

O treinador de condicionamento não apenas prepara os jogadores para as exigências necessárias para o treino, mas também os familiariza com a marcação da bola, com movimentos de posicionamento discretos e com a orientação do espaço em campo, enquanto oferece estímulos reativos para que os jogadores estejam expostos a movimentos incontrolados ao treinarem com jogadores adicionais. Os clubes de elite devem recorrer ao seu departamento de análises para estudar os movimento do jogador e criarem rotinas personalizadas que não sejam apenas específicas da posição, mas que sejam, idealmente, específicas do indivíduo (afastando-se de distâncias/frequências “cegas”). Isto poderá permitir que os profissionais identifiquem disfunções nos movimentos e melhorem a mecânica, como, por exemplo atentar num ombro ou numa posição corporal particular ao desacelerar para pressionar um adversário.

Rotina da fase final da reabilitação para um médio ala. (1) fazer um passe para o treinador A e correr pela linha. (2) receber um passe do treinador A, correr com a bola, fintar o manequim. (3) cruzar com a parte interna do pé na direção de uma minibaliza ou de um manequim; em seguida, fazer uma corrida de recuperação. (4) receber outro passe do treinador A, fazer uma finta e correr com a bola, direcionando-se para o centro do campo antes de fazer um passe longo para o treinador B. (5) correr para a área para receber o cruzamento do treinador B e rematar para uma minibaliza. (6) realizar uma corrida de recuperação de volta à posição inicial na linha do meio campo. Note: os jogadores têm liberdade para tomar algumas decisões, enquanto que o treinador irá variar o tipo de passe e de cruzamento. Por exemplo, os jogadores têm a opção de fintar ou ultrapassar o manequim durante a fase (2) para fazer o cruzamento com a sola do pé para a minibaliza.12 Os traços individuais do jogador em termos de movimento e os eventos táticos/técnicos nos treinos/jogos também podem ser adicionados às rotinas de condicionamento para finalidades de validade ecológica. Dada a complexidade envolvida no regresso de um jogador aos treinos após uma lesão, esta rotina é apenas um exemplo do plano detalhado da reabilitação final dos jogadores.
 

Resumo

O treino de futebol de elite requer uma combinação entre a ciência e a arte de treino para criar rotinas apropriadas à equipa e aos indivíduos7. As abordagens apresentadas (específicas da posição e/ou do posicionamento em campo) mostram que o contexto, efetivamente, importa na implementação de práticas de condicionamento personalizado. Pode ser vantajoso complementar o treino com um estímulo relacionado com a função tática dos jogadores na equipa e, até mesmo, elementos do estilo de jogo/perfil energético do clube. É importante sublinhar que existem muitas formas eficazes de alcançar este tipo de trabalho e, aqui, apenas apresentamos alguns exemplos para o leitor interessado (por exemplo, podem ser utilizadas muitas abordagens específicas à metodologia e aos aspetos culturais dos clubes). O trabalho futuro deverá, idealmente, detalhar o contexto específico do futebol, fornecendo linhas de orientação para o condicionamento e análises integradas no jogo que podem ser vantajosas para esta finalidade 7, 9, 12, 14, 15.

 

Paul S Bradley

Analista de rendimento desportivo na Liverpool John Moores University e consultor no FC Barcelona

Andres Martin-Garcia

Instrutor de fitness no FC Barcelona

Jack D Ade

Instrutor de fitness sub-23 no Liverpool Football Club e investigador PhD na Liverpool John Moores University

Antonio Gomez Diaz

Instrutor de fitness no FC Barcelona

 

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Referências

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