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A explosão da tecnologia esportiva. O que está por vir?

O termo “tecnologia esportiva” era utilizado para se referir a estádios conectados, roupas esportivas inteligentes com sistemas de monitoramento integrados, análise de desempenho e software para o gerenciamento de jogadores. Em 2020, a pandemia do COVID impulsionou a adoção da vida fitness e a saúde em consonância com o surgimento da Peloton, que oferece exercícios e aulas de ioga por meio do Zoom. Com essa nova tendência do “fitness em rede”, quais são as prioridades que os clubes esportivos devem considerar ao investir em tecnologia esportiva?

Arquitetura para produzir renda nos novos estádios

Até o surgimento da internet e o fenômeno da viralização, bastava um estádio icônico gerar uma foto atraente que, geralmente, coincidia com sua fachada externa. Hoje, por outro lado, a nova arquitetura do estádio busca lutar por visibilidade agregando detalhes que, além de cumprir sua função principal, são capazes de impactar nos canais online.

Patrocinadores na elite. A consolidação de uma mudança.

Especialistas em marketing garantem que a partir de 2022 não será mais útil projetar o patrocínio esportivo tendo o torcedor como referência. Isso deve-se a uma mudança que a pandemia só acelerou: a relação do público com as equipes, o esporte e o evento esportivo. Atualmente, apenas 25% da população se declara torcedor de uma equipe. A proporção sobe para a metade quando considerados os seguidores de um esporte específico ao invés de vez de um clube. Mas a grande percentagem que representavam os antigos torcedores, 80%, só têm equivalente atual na categoria geral dos aficionados aos esportes.

Estádios pós-pandemia: o que mudanças vamos ver?

Os especialistas concordam: quando a pandemia finalmente acabar, os torcedores voltarão aos estádios com o mesmo entusiasmo de antes. Ainda com mais, principalmente no início, enquanto dure o sentimento da necessidade de recuperar uma forma de lazer que haviam perdido. A experiência não passará por grandes mudanças, mas desenvolverá as tendências que já estavam sendo implantadas antes do surgimento do coronavírus. É por isso que os estádios não mudarão radicalmente. Eles só irão avançar em sua transformação.

NBA: o sucesso da inovação permanente

Os resultados de um estudo da Ypulse sobre os hábitos de consumo nos Estados Unidos após o COVID-19, mostraram que o basquete era o esporte favorito e mais seguido pela Geração Z e pelos millenials. As gerações mais velhas preferiam a NFL, o futebol americano. Enquanto isso, na China, conhecida como o segundo maior centro de basquete do mundo, a NBA é a competição mais seguida. A sua penetração nas novas gerações através do streaming, redes sociais e blogs locais está sendo todo um sucesso. Acontece que, de acordo com as pesquisas de hábitos físicos, junto com caminhar e correr, o basquete virou o exercício mais popular no país.

As fontes de geração de renda de um estádio

Qualquer estádio desportivo produz lucro direto e indireto. Os mais óbvios são os primeiros: a venda de ingressos, o aluguel de instalações, o funcionamento das áreas de comidas e bebidas, a loja do clube, tours e qualquer outra atividade comercial ou dedicada ao entretenimento. O segundo, e não menos importante, são os direitos de retransmissão, direitos comerciais e patrocínio. Ambos são igualmente importantes, independentemente do dinheiro que geram, porque dependem diretamente um do outro. E se o modelo de negócio não for bem projetado para explorá-los, será inútil construir o estádio mais espetacular do mundo.

Inovação e posicionamento no mercado das organizações esportivas

Inicialmente, a principal fonte de ingressos no esporte era a venda de bilhetes para eventos ao vivo. Com o avanço da tecnologia e o começo da revolução da televisão, os direitos de transmissão aumentaram exponencialmente a rentabilidade desses eventos. No entanto, o produto permaneceu o mesmo, sem alterações.

Lições de Tóquio 2020 para a Sports Governance

Os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 não serão lembrados apenas pela pandemia do coronavírus. Também foram os jogos mais caros da história, de menor audiência e os que mais fizeram crescer a rejeição de novas cidades para recebê-los. Ainda assim, a principal novidade foram as árduas negociações para adiá-los ou cancelá-los, que continuaram a se desenvolver até o último minuto. Trata-se de uma verdadeira lição de Governança nos Esportes, que obteve mais relevância, se possível, nos perfis que são necessários entre os especialistas na tomada de decisões.

O fim dos elefantes brancos, também nos Jogos Olímpicos

Os reis da Tailândia entregavam elefantes brancos de presente a seus inimigos para levá-los à ruína, já que era um animal valioso, caro de se manter, e que também não produzia nada. Daí vem a expressão que atualmente aplicamos às instalações desportivas que, após um elevado investimento inicial, ficaram em desuso ou, no melhor dos casos, com um nível de atividade muito baixo.

Envolver aos torcedores do esporte através dos NFT e tokens. Será que essas novas tecnologias chegaram para ficar?

Ao longo da história, diferentes estratégias de vendas e marketing surgiram para envolver os fãs e consolidá-los como “super fãs”; faz pouco tempo elas mudaram radicalmente seu formato ao se tornarem digitais, mas não em sua essência.